CRAVCLUBE DE RUGBY DE ARCOS DE VALDEVEZ Fazer parte ↗

UMA HISTÓRIA DO ALTO MINHO

DESDE
1981

Uma vila pequena no mapa. Uma presença impossível de ignorar no rugby português.

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09 · 07 · 1981ARCOS DE VALDEVEZALTO MINHO · PORTUGAL
01 · O REGRESSO

Tudo começou
com uma ideia
trazida para casa

Jovens arcuenses descobriram o rugby durante a passagem académica pelo Porto e por Coimbra. Quando regressaram, não trouxeram apenas memórias: trouxeram uma modalidade para uma região onde quase não existia.

Os primeiros interessados chegaram por conversas informais e cartazes colocados nos cafés da vila. O que parecia uma aventura entre poucos ganhou raízes, estrutura e continuidade.

Comunidade do CRAV reunida numa celebração do clube
UMA IDEIA ENTRE POUCOS.Uma instituição construída por muitos.
“O clube cresceu através da competição. Consolidou-se através das pessoas.”
02 · AS PRIMEIRAS LINHAS

Em seis anos,
uma vila chegou
à primeira divisão

Não é apenas uma sequência de datas. É a velocidade com que uma ideia se transformou numa cultura desportiva.

01

Uma ideia regressa a casa

A 9 de julho, jovens que conheceram o rugby no Porto e em Coimbra fundam o CRAV em Arcos de Valdevez.

02

A primeira conquista

Apenas uma época depois, o clube vence o Campeonato Nacional da 3.ª Divisão.

03

O futuro entra em campo

São criadas as camadas jovens. A formação deixa de ser uma consequência e passa a ser uma escolha.

04

Uma casa para o rugby

A 1 de maio é inaugurado o Campo Relvado da Coutada, criado e cedido para a prática da modalidade.

05

Entre os maiores

Com seis anos de existência, o CRAV alcança a subida à 1.ª Divisão nacional.

06

Arcos abre-se ao mundo

A vila recebe Portugal–Alemanha e nasce o Torneio Internacional Arcos Sevens.

Equipa sénior do CRAV num jogo em Arcos de Valdevez
DA COUTADA À COMPETIÇÃO NACIONALUma equipa da vila frente às estruturas dos grandes centros.
UMA IDENTIDADE COMPETITIVA

A dimensão
nunca definiu
a ambição

Depois de quatro épocas no principal escalão, o CRAV regressou imediatamente ao topo ao conquistar o Campeonato Nacional da 2.ª Divisão em 1991/92. Décadas mais tarde, continuaria a disputar títulos e a marcar presença nas competições nacionais.

1991/92Campeão Nacional
2.ª Divisão
2004“Os Irredutíveis Arcuenses”
Reportagem do Público
2009Pessoa Coletiva
de Utilidade Pública
03 · SEM FRONTEIRAS

Arcos não era
o fim da estrada.
Era o princípio

GALIZAVigo · Corunha · Santiago · Ourense
BELFASTIntercâmbio desde 1998
BRETANHATorneio Intercéltico · Quimper
ARCOSO ponto de partida e de regresso

As digressões e os intercâmbios fizeram parte da cultura do clube desde cedo. A proximidade com a Galiza abriu caminhos; a Bretanha juntou tradições celtas; Belfast criou uma relação duradoura entre jovens atletas.

Desde 1998, o intercâmbio com o Methodist College levou gerações entre Arcos de Valdevez e a Irlanda do Norte, promovendo experiência, aprendizagem e contacto com a tradição do rugby irlandês.

DESDE1989

ARCOS
SEVENS

Equipas de Portugal, Espanha, França e Irlanda encontraram-se em Arcos. O torneio aproximou o rugby da população e trouxe o mundo à vila.

04 · O PASSE CONTINUA

O futuro começou
em 1983

A criação das camadas jovens definiu o clube tanto quanto qualquer título. O CRAV passou a formar atletas, treinadores, dirigentes e uma comunidade inteira em torno do jogo.

O trabalho nas escolas aproximou o rugby das famílias de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca. Os escalões masculinos e femininos deram ao percurso uma continuidade rara: dos primeiros passes às equipas seniores.

MEMÓRIA · TERRITÓRIO · IMAGEM

Até o rio
guardou a história

No 30.º aniversário, dez fotografias de rugby, com cerca de dois por três metros, foram instaladas nas águas do Rio Vez junto à Ponte Velha. Uma exposição de Eduardo Pimenta transformou o território em memória e a água em espelho.

RIO VEZ · ARCOS DE VALDEVEZ
1981–HOJE
05 · UMA HISTÓRIA EM MOVIMENTO

Não é um arquivo.
É um passe que
ainda não terminou

Atletas, famílias, treinadores, dirigentes, voluntários, escolas, parceiros e adeptos continuam a dar forma ao CRAV. A singularidade está na combinação: ambição competitiva, formação, território e um sentido de pertença que atravessa gerações.